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Monday, 23 June 2014

No Jugular: "Notícias, declarações e deliberações de inversão de marcha"

Escrevi ontem um texto no auge da minha indignação com o conteúdo de tanta notícia e documento em relação à Medicina Geral e Familiar e aos Cuidados de Saúde Primários em Portugal. Seja ignorância, seja ignomínia, o facto é que se dá a entender uma visão inaceitável de retrocesso ou destruição. A Ana Matos Pires decidiu partilhá-lo no Jugular.
Deixo aqui uma parte, se estiverem interessados sigam a ligação acima.

«Num momento em que os médicos de família estão a ser atacados em várias frentes (algo que se pode dizer de demasiadas profissões em Portugal hoje em dia), com a obrigação de seguir listas de 1900 utentes que são cada vez mais utilizadores do SNS dada a crise económica, com todo o trabalho administrativo e organizativo que o modelo de USF impõe, com os problemas informáticos e com a intenção de os obrigar a colmatar falhas que o governo criou ou não soube ou quis resolver, como as consultas urgentes e a medicina do trabalho, é importante que não só os médicos como os portugueses tenham consciência do que se passa e o combatam tanto quanto possível. Não podemos ser “tigres de papel” nem tão pouco obedecer a “leis da rolha”.»

Thursday, 17 April 2014

Cenas (10)

Começo por partilhar um artigo do NYTimes que me trouxe de volta um tema a que há muito não me dedico, a redução do habitual horário semanal de trabalho. Há alguma evidência de que semanas menos lotadas de trabalho para cada indivíduo levaria a libertação de postos de trabalho, redistribuição de dinheiro e até benefícios ambientais. Algo a pensar, até mesmo ou talvez principalmente considerando a melhoria potencial da qualidade de vida de cada indivíduo trabalhador. 

Segue-se um post da Ana Matos Pires no Jugular que vos convido a visitar sem mais comentários porque de facto "lê-se e não se acredita".

Por fim, uma imagem do Atlas of Prejudice, que deve dar que pensar numa altura em que se preparam as eleições para o parlamento europeu e em que o nosso fenomenal primeiro-ministro parece concordar com a tese da divisão europeia entre os que pagam e os que gastam feita pela crise das dívidas soberanas.